Existe uma tendência crescente no Brasil de conversão para a energia solar. Além de ser uma fonte limpa, ela permite que os usuários reduzam a conta de luz de duas formas: saindo totalmente da rede elétrica da concessionária, ao produzir a própria energia, ou por meio de créditos energéticos. Nesse caso, o excedente de energia gerado e não consumido é injetado na rede da concessionária, gerando créditos que podem ser utilizados para abater o valor da conta em meses de menor geração ou maior consumo.
terça-feira, 27 de maio de 2025
Um SAF para o NÁUTICO
O Clube Náutico Capibaribe é um dos maiores e também o clube mais antigo de Pernambuco. Tudo começou lá em 7 de abril de 1901, quando um grupo de amigos apaixonados por esportes decidiu fundar um clube de remo, aproveitando o Rio Capibaribe como "campo de jogo". Daí vem o nome, aliás.
Só que não parou por aí. Em 1909, o clube entrou de vez no futebol — e aí a história começou a ganhar outros contornos. O Náutico virou um dos grandes do estado, fazendo parte do famoso "Trio de Ferro" do Recife, junto com o Sport e o Santa Cruz.
Com o tempo, o Timbu (como é carinhosamente chamado) acumulou títulos, tradição e uma torcida fiel que lota o lendário Estádio dos Aflitos. É um clube que mistura paixão, história e uma ligação forte com a cidade do Recife.
Ultimamente tem se estudado a possibilidade do Náutico se tornar uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol), seguindo uma tendência crescente entre clubes brasileiros que buscam maior profissionalização da gestão e novas fontes de investimento. A diretoria alvirrubra tem avaliado cenários e consultado especialistas para entender os impactos dessa mudança na estrutura administrativa e esportiva do clube.
O Clube Náutico Capibaribe enfrenta uma grave crise financeira, marcada por alto endividamento. Apesar desse cenário, a força financeira da torcida e o histórico do clube como um dos grandes da região indicam potencial de recuperação. Com um investimento adequado e condições específicas — como autonomia decisória para uma SAF — é possível vislumbrar retorno. A crise, nesse contexto, pode ser uma oportunidade estratégica para negociação de termos vantajosos. O momento exige visão de longo prazo e gestão profissionalizada. A reestruturação pode recolocar o Náutico em um caminho sustentável. A confiança no projeto dependerá da solidez e seriedade do acordo firmado.
sexta-feira, 23 de maio de 2025
O quadro geral. [Taxa das Blusinhas - Correios]
Há algumas semanas, deparei-me com a notícia de que os Correios haviam reportado um prejuízo bilionário em 2024. Segundo a própria instituição, um dos motivos seria o fim da isenção de impostos sobre importações de até US$50. É compreensível a intenção de taxar produtos importados, pois isso pode beneficiar a produção local. Entretanto, cada caso demanda um estudo aprofundado.
Ao taxar produtos em 20%, com casos que chegam a 100% de imposto sobre o valor original, diversos cenários se desenrolam. Entre eles, a diminuição de compras online – a Receita Federal informou que "o volume de encomendas internacionais caiu 11% em 2024 na comparação com o ano anterior" – e a busca de plataformas de venda por novas formas de reduzir custos, como a utilização de empresas privadas para entregas e parcerias com empresas brasileiras. Tudo isso, somado à falta de credibilidade que a população tem com os Correios, devido a greves, perdas de encomendas e outras dificuldades, e mesmo com todos os investimentos realizados nos últimos anos, resultou em uma perda significativa de receita, acendendo um alerta.
Reconheço a necessidade da existência dos Correios, mas algo precisa ser feito. Esta é uma instituição que deve visar o lucro, isso é um fato inegável, pois todo o prejuízo será arcado pelo governo, dinheiro que poderia ser aplicado em áreas como saúde, educação e segurança.
Se compreendermos a teoria do caos¹ ou a 3ª lei de Newton² e entendermos que todas as nossas decisões — neste caso, as decisões do Governo Federal — têm consequências que podem e irão gerar um grande impacto, então devemos analisar as alternativas e os possíveis cenários que nos aguardam. Não adianta querer resolver o problema agora e esperar que não ocorra nenhum "imprevisto" que talvez pudesse ter sido evitado.
Será que essa interferência governamental foi realmente bem planejada? Quais estudos foram realizados para essa tomada de decisão? Existiam outras opções possíveis a serem consideradas?
1- Teoria do caos: Afirma que mesmo em sistemas deterministas, pequenas alterações nas condições iniciais podem levar a resultados finalmente imprevisíveis e distintos
2- 3ª lei de Newton: Toda ação tem uma reação
Referências
Esse sou eu
Fora do escritório, você provavelmente vai me encontrar com um bom livro na mão, escutando uma variedade de estilos musicais, assistindo a um filme no cinema ou tentando pescar (mesmo não sendo muito bom nisso 😅).
Quadro Geral [Reforma Tributária]
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